Chico Naiade nas Piramedes de Giza em 2019
Chico Naiade nas Piramedes de Giza em 2019

As Pirâmides de Gizé: o encontro com o Egito que todo mundo sonha viver

junho 9, 2026

As Pirâmides de Gizé: o encontro com o Egito que todo mundo sonha viver. Tem lugares no mundo que a gente visita. E tem lugares que parecem que estavam esperando por você desde sempre.

As Pirâmides de Gizé ou Giza, na grafia internacional são assim. Elas não são apenas um cartão-postal do Egito. Elas são uma espécie de portal. Você chega ali, vê aquelas formas gigantescas surgindo no deserto, com o Cairo moderno quase encostado nelas, e entende por que esse é um dos lugares mais impressionantes da história da humanidade.

É curioso, porque a gente passa a vida vendo foto das pirâmides. Elas aparecem em livros, filmes, documentários, aulas de história, jogos, desenhos, propagandas. Só que nada disso prepara a gente para a escala real do lugar. A Pirâmide de Quéops, a maior de todas, não é “grande” no sentido comum da palavra. Ela é monumental. É uma construção feita para desafiar o tempo. E conseguiu.

Onde ficam
as Pirâmides de Gizé?

Egito Pirâmides by Naiade PB
Egito Pirâmides by Naiade PB

As Pirâmides de Gizé ficam no Planalto de Gizé, nos arredores do Cairo, no Egito. O conjunto faz parte da antiga necrópole de Mênfis, uma área reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Mundial desde 1979, dentro do sítio “Memphis and its Necropolis – the Pyramid Fields from Giza to Dahshur”.

Essa região reúne alguns dos mais importantes monumentos funerários do Egito Antigo, mostrando a evolução das tumbas reais desde as mastabas até a forma clássica das pirâmides. 

Na prática, para o viajante, isso significa uma coisa: as pirâmides ficam muito perto da vida urbana. Muita gente imagina que elas estão isoladas no meio do Saara, longe de tudo. Mas não é bem assim. Elas estão no limite entre a cidade e o deserto.

De um lado, o Cairo e Gizé, com trânsito, prédios, lojas e buzinas. Do outro, a areia, a Esfinge e uma das paisagens mais famosas do planeta. Essa mistura é parte da experiência.

Quais são as três grandes Pirâmides de Gizé?

O conjunto principal é formado por três pirâmides: Quéops, Quéfren e Miquerinos. Os nomes correspondem aos faraós para os quais elas foram construídas: Khufu, Khafre e Menkaure, na nomenclatura egípcia/internacional. Elas pertencem ao período do Antigo Império, especialmente à 4ª dinastia, quando o Egito viveu uma fase de enorme poder político, religioso e arquitetônico. 

A mais antiga e maior é a Pirâmide de Quéops, também chamada de Grande Pirâmide. Segundo a Britannica, sua base tinha cerca de 230 metros de lado e sua altura original chegava a aproximadamente 147 metros. Ela foi, por milhares de anos, uma das estruturas mais altas já construídas pelo ser humano. 

A segunda é a Pirâmide de Quéfren. Muita gente acha que ela é a maior, porque está em uma posição um pouco mais elevada no planalto e ainda conserva parte do revestimento de pedra no topo. Visualmente, ela engana. Mas a maior continua sendo a de Quéops.

A terceira é a Pirâmide de Miquerinos, menor, mas não menos importante. Ela fecha o conjunto das três grandes pirâmides e ajuda a compor aquela imagem clássica que todos nós temos de Gizé.

As pirâmides não eram monumentos isolados

Uma das coisas mais interessantes de entender é que cada pirâmide fazia parte de um complexo funerário muito maior. A pirâmide era o elemento principal, mas ao redor dela existiam templos, calçadas processionais, pequenas pirâmides subsidiárias, túmulos de nobres, tumbas de familiares, barcos funerários e estruturas ligadas ao culto do faraó.

O próprio site oficial “Discover Egypt’s Monuments”, ligado ao Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito, destaca que os reis tinham complexos completos, com templos conectados por vias cerimoniais e outros monumentos ao redor. 

Isso muda completamente a forma de olhar para Gizé. Não era apenas “uma pirâmide no deserto”. Era um cenário sagrado, político e religioso. Um lugar construído para afirmar o poder do faraó, garantir sua passagem para a eternidade e manter seu culto depois da morte.

Para os antigos egípcios, a morte não era o fim. Era uma travessia. E as pirâmides eram parte dessa travessia.

A Grande Pirâmide de Quéops

A Grande Pirâmide é o centro emocional da visita. Ela foi construída para o faraó Quéops, segundo rei da 4ª dinastia, e continua sendo uma das obras mais estudadas e debatidas do mundo antigo. 

É difícil olhar para ela e não pensar: como conseguiram fazer isso? Milhões de blocos de pedra, alinhamento impressionante, proporções monumentais, corredores internos, câmaras, galerias. E tudo isso há mais de 4.500 anos, sem máquinas modernas, sem guindastes, sem caminhões, sem tecnologia como a gente imagina hoje.

Existem muitas teorias sobre a construção das pirâmides. Algumas são sérias, baseadas em arqueologia, engenharia e evidências de organização do trabalho. Outras entram no campo da fantasia, dos alienígenas e dos mistérios exagerados.

A verdade mais fascinante, porém, talvez seja justamente a mais humana: o Egito Antigo tinha conhecimento, planejamento, força de trabalho organizada, domínio técnico e uma visão religiosa capaz de mobilizar um projeto gigantesco.

Gizé não diminui o ser humano. Gizé mostra até onde o ser humano pode chegar.

O que existe dentro da Grande Pirâmide?

Entrar na Grande Pirâmide é uma experiência curiosa. Não espere luxo, pinturas coloridas ou salas decoradas como nos túmulos do Vale dos Reis. O interior é mais seco, estreito, quente e quase claustrofóbico. Há corredores inclinados, passagens baixas e câmaras internas. A visita costuma ser mais interessante pelo simbolismo de estar dentro da pirâmide do que por aquilo que se vê lá dentro.

A Britannica lembra que a Pirâmide de Quéops é a mais antiga e alta das três pirâmides de Gizé, construída aproximadamente entre 2551 e 2528 a.C. 

Nos últimos anos, novas tecnologias também ajudaram a revelar estruturas internas ainda pouco compreendidas. O projeto ScanPyramids, por exemplo, identificou um grande vazio dentro da Pirâmide de Quéops usando radiografia de múons, uma técnica não invasiva que utiliza partículas cósmicas para “enxergar” o interior de grandes estruturas. O estudo publicado na Nature descreveu um vazio com pelo menos 30 metros de comprimento acima da Grande Galeria, embora sua função ainda não seja conhecida. 

Ou seja: mesmo depois de tantos séculos, a pirâmide ainda guarda perguntas.

Canal Mundo de Chico

Veja o chico dentro da Pirâmide. Em nossa ultima viagem até entramos dentro de uma delas. Uma super aventura que registrei neste vídeo. Esta entrada é cobrada a parte como opcional local, devido ser uma atividade que nem todos podem querer fazer.

A Pirâmide de Quéfren e a ilusão de ser a maior

A Pirâmide de Quéfren é a segunda grande pirâmide do conjunto. Ela parece, muitas vezes, maior do que a de Quéops porque foi construída em um ponto mais alto do terreno e ainda mantém parte do revestimento original no topo.

Esse detalhe é importantíssimo para imaginar como as pirâmides eram no passado. Hoje, vemos blocos amarelados, desgastados pelo tempo. Mas originalmente as pirâmides tinham revestimento de calcário mais claro e polido, que refletia a luz do sol. Imagine o impacto disso no deserto: estruturas gigantescas brilhando à distância.

A paisagem devia ser ainda mais impressionante do que é hoje.

A Pirâmide de Miquerinos

A Pirâmide de Miquerinos é a menor das três principais, mas ela tem um charme próprio. Por estar mais afastada e ser menos monumental em escala, muita gente passa por ela rápido demais. É um erro.

Ela ajuda a entender o conjunto de Gizé como um projeto de várias gerações. Quéops, Quéfren e Miquerinos formam uma sequência familiar e dinástica. Não estamos falando de três monumentos aleatórios, mas de uma paisagem real construída ao longo do tempo, ligada ao poder de uma mesma linhagem.

A Grande Esfinge de Gizé

E então vem ela: a Esfinge. Grande Esfinge de Gizé é uma das imagens mais poderosas do Egito. Corpo de leão, cabeça humana, olhar fixo no horizonte. Ela fica próxima à pirâmide de Quéfren e faz parte desse cenário monumental do planalto.

A Esfinge é daquelas atrações que mexem com o imaginário antes mesmo da viagem. Só que, ao vivo, ela causa uma sensação diferente. Ela não impressiona apenas pelo tamanho. Impressiona pelo silêncio. Pela expressão. Pela erosão. Pela forma como parece ter assistido a tudo: faraós, gregos, romanos, árabes, exploradores, arqueólogos, turistas, guerras, impérios, máquinas fotográficas, drones e celulares.Ela continua ali.

Quanto tempo reservar para visitar as Pirâmides de Gizé?

Para uma visita bem feita, eu reservaria pelo menos meio dia. Dá para fazer em menos tempo? Dá. Mas Gizé não é um lugar para apenas “bater foto e ir embora”.

O ideal é ter tempo para ver as três pirâmides principais, caminhar pelo platô, visitar a Esfinge, parar nos mirantes, entender o conjunto e, se fizer sentido para você, entrar em uma das pirâmides.

Quem gosta muito de história, fotografia ou arqueologia pode facilmente transformar a visita em uma experiência de várias horas.

Minha sugestão: vá cedo. O calor no Egito pode ser pesado, especialmente em determinados meses do ano. Além disso, de manhã a luz costuma ser melhor para fotos e o movimento tende a ser mais administrável.

Vale a pena entrar
na Grande Pirâmide?

Vale, desde que você saiba o que esperar. Entrar na Grande Pirâmide não é como visitar um museu cheio de objetos. É uma experiência física e simbólica.

O caminho pode ser apertado, inclinado e quente. Pessoas com claustrofobia, dificuldade de locomoção, problemas respiratórios ou desconforto em espaços fechados devem pensar bem.

Mas para quem sempre sonhou com o Egito, estar dentro da Grande Pirâmide é algo difícil de explicar. Não é tanto pelo que se vê. É pelo que se sente.

É estar dentro de uma das construções mais famosas da história da humanidade.

Dá para visitar Gizé por conta própria?

Dá, mas eu não acho que seja a melhor escolha para a maioria dos viajantes.

Gizé é um lugar enorme, cheio de entradas, vendedores, opções de transporte interno, camelos, cavalos, guias, mirantes e pontos de visita. Quem vai sem orientação pode se perder na logística, gastar tempo negociando e sair com a sensação de que viu tudo meio corrido.

Com um bom guia, a visita ganha outra camada. Você entende o que está vendo. Consegue separar fato de lenda. Descobre detalhes que passariam despercebidos. E, principalmente, evita cair em abordagens insistentes ou propostas confusas, algo que muitos turistas relatam em áreas de grande movimento no Egito.

Fica a dica do Chico: nas Pirâmides de Gizé, o guia certo não é luxo. É parte da experiência.

Camelo, cavalo
ou carro elétrico?

Essa é uma pergunta comum. Durante muito tempo, o passeio de camelo ou cavalo foi quase uma imagem obrigatória de Gizé. Muita gente queria aquela foto clássica no deserto com as pirâmides ao fundo.

Hoje, porém, cada vez mais viajantes têm se preocupado com bem-estar animal, condições de trabalho dos animais e abordagens abusivas de alguns operadores.

O governo egípcio e operadores locais vêm promovendo mudanças na área, incluindo melhorias de acesso, transporte mais organizado e iniciativas para modernizar a visitação no planalto.

Notícias internacionais recentes também destacaram esforços para reorganizar a experiência turística em Gizé, com novos acessos, transporte mais sustentável e tentativa de reduzir problemas de assédio a visitantes. 

Minha recomendação é simples: priorize transporte oficial, guia confiável e operadores responsáveis. Se decidir fazer passeio com animal, observe bem as condições e não aceite pressão.

O melhor ponto para fotos das pirâmides

As fotos mais clássicas geralmente são feitas nos mirantes do platô, de onde é possível enquadrar as três pirâmides juntas. Também há o ponto próximo à Esfinge, onde você consegue aquela imagem famosa da Esfinge com as pirâmides ao fundo.

Mas o melhor conselho é: não fique só caçando a foto perfeita.

Gizé é um lugar para olhar devagar. Às vezes, a melhor lembrança não vai ser a foto em que você aparece “segurando” a pirâmide. Vai ser aquele momento em que você se afasta um pouco, fica em silêncio e entende que está diante de algo que atravessou milênios.

Pirâmides de Gizé e o Grande Museu Egípcio

Para quem vai ao Cairo, a visita às pirâmides conversa muito bem com o Grande Museu Egípcio, o GEM, que fica na região de Gizé. A combinação é perfeita: primeiro você vê o cenário monumental das pirâmides; depois entende melhor o Egito Antigo por meio de objetos, estátuas, tumbas, faraós e peças arqueológicas.

É o tipo de dupla que transforma a viagem. Porque o Egito não é só ver pedra antiga. É juntar paisagem, história, religião, arte, política, poder e imaginação.

Gizé ou Giza?

Os dois aparecem bastante. Em português, usamos muito “Gizé”. Em inglês e em materiais internacionais, aparece “Giza”. Os dois se referem ao mesmo lugar. Em textos para viajantes brasileiros, eu prefiro usar “Gizé” no corpo do texto e eventualmente colocar “Giza” entre parênteses, porque ajuda quem vai pesquisar mapas, ingressos, hotéis e informações em inglês.

Curiosidades sobre as Pirâmides de Gizé

A Grande Pirâmide de Quéops é a única das Sete Maravilhas do Mundo Antigo que ainda permanece de pé. Essa é uma daquelas informações que a gente repete, mas que ganha outro peso quando você está ali.

As pirâmides foram construídas como tumbas reais, mas também como símbolos de eternidade, poder e divinização do faraó.

O topo preservado da Pirâmide de Quéfren ajuda a imaginar como as pirâmides eram originalmente revestidas.

O complexo de Gizé inclui muito mais do que as três pirâmides famosas: há templos, mastabas, pirâmides menores, túmulos e estruturas ligadas ao culto funerário real. 

E, talvez a maior curiosidade de todas: mesmo com séculos de estudos, Gizé ainda não foi totalmente “resolvida”. Novas tecnologias continuam revelando perguntas, vazios, corredores e possibilidades. 

Quando visitar
as Pirâmides de Gizé?

Os meses mais agradáveis costumam ser os de clima mais ameno, especialmente entre o outono e a primavera do hemisfério norte. No verão, o calor pode ser muito intenso, e isso pesa bastante em uma visita ao ar livre, com muita caminhada, sol e areia.

Independentemente da época, leve água, boné ou chapéu, óculos de sol, protetor solar e calçado confortável. O terreno é irregular em muitos pontos, e a visita exige mais disposição do que parece.

O que levar para a visita

Leve pouca coisa, mas leve o certo: água, documento, ingresso ou comprovante, protetor solar, chapéu, óculos de sol, celular carregado, bateria extra se você gosta de fotografar e dinheiro trocado para pequenas despesas.

E leve paciência. Gizé é grandiosa, mas também é intensa. Há movimento, vendedores, grupos, calor, poeira e muita informação ao mesmo tempo. Faz parte da experiência.

As Pirâmides de Gizé
valem a viagem?

Valem.E valem muito. Poucos lugares no mundo entregam uma sensação tão forte de estar diante da história. As Pirâmides de Gizé são mais do que monumentos antigos. Elas são uma lembrança concreta de que algumas civilizações conseguiram transformar crença, poder, técnica e ambição em pedra.

E pedra que permanece. Você pode já ter visto mil fotos. Pode já ter assistido documentários. Pode já saber o nome dos faraós. Mas quando chega ali, no calor do deserto, com a Esfinge de um lado e as pirâmides do outro, a experiência deixa de ser teoria.

O Egito fica real. E talvez seja por isso que Gizé continue fascinando o mundo: porque, diante das pirâmides, a gente sente que o passado não passou completamente. Ele continua ali, enorme, silencioso, olhando para nós.

Fica a dica do Chico

As Pirâmides de Gizé ficam próximas ao Cairo e podem ser visitadas em meio dia, mas o ideal é reservar tempo com calma. O conjunto principal inclui as pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos, além da Grande Esfinge e de vários templos, tumbas e estruturas funerárias ao redor.

A visita fica muito melhor com guia especializado, principalmente para entender a história e evitar perda de tempo com abordagens insistentes.

Para quem vai ao Egito pela primeira vez, Gizé é indispensável. Não é apenas uma atração turística. É uma das grandes experiências de viagem do mundo.

Egito com a Naiade

Chico Ana Zulmira-Badin Egito em 2019
Chico Ana Zulmira-Badin Egito em 2019

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Egito

O Egito é um destino que reúne alguns dos maiores símbolos da história da humanidade. As Pirâmides de Gizé, a Esfinge, os templos de Luxor e os monumentos de Abu Simbel revelam a grandiosidade de uma civilização que atravessou milhares de anos.

O Cairo mistura o passado dos faraós com o ritmo de uma grande metrópole, enquanto um cruzeiro pelo Rio Nilo permite conhecer templos, cidades antigas e paisagens do interior do país. O roteiro também pode incluir o Mar Vermelho, conhecido por suas praias e mergulhos.

Viajar pelo Egito é mergulhar em história, arqueologia e cultura em um dos destinos mais impressionantes do mundo.

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Viagem de Grupo 2027

Viagem em Grupo Egito 2027 com a Naiade
Viagem em Grupo Egito 2027 com a Naiade

Cairo

Cairo, capital do Egito, é uma cidade intensa, caótica e absolutamente fascinante. É ali que a história antiga encontra a vida moderna, com as Pirâmides de Gizé praticamente ao lado de uma das maiores metrópoles do mundo.

Chico da Naiade no Museu Nacional da Civilização Egípcia em 2019
Chico da Naiade no Museu Nacional da Civilização Egípcia em 2019

Entre os destaques estão as próprias pirâmides e a Esfinge, além de museus que guardam parte das maiores relíquias da civilização egípcia. Ao mesmo tempo, a cidade pulsa com mercados, trânsito intenso e uma energia única.

Veja Mais sobre o Cairo

Luxor

Luxor, no sul do Egito, é um dos destinos mais impressionantes do mundo quando o assunto é história. Conhecida como o maior museu a céu aberto do planeta, concentra alguns dos templos e sítios arqueológicos mais importantes da civilização egípcia.

Templo de Luxor Egito by Naiade PB
Templo de Luxor Egito by Naiade PB

De um lado do Rio Nilo, na margem leste, estão templos grandiosos como Karnak e o Templo de Luxor. Do outro, na margem oeste, fica a região das necrópoles, com o famoso Vale dos Reis, onde foram enterrados diversos faraós, incluindo Tutancâmon.

Luxor é aquele tipo de lugar onde você não apenas visita, você entende a dimensão de uma civilização que dominava engenharia, arquitetura e simbolismo há milhares de anos.

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Alexandria

Chico da Naiade e cliente do Grupo na Biblioteca de Alexandria-em 2019
Chico da Naiade e cliente do Grupo na Biblioteca de Alexandria-em 2019

Alexandria, no norte do Egito, é um destino diferente do restante do país, com uma atmosfera mais leve e um forte toque mediterrâneo.

Fundada por Alexandre, o Grande, a cidade foi um dos maiores centros culturais do mundo antigo, famosa pela lendária Biblioteca de Alexandria e pelo Farol de Alexandria, uma das sete maravilhas do mundo antigo.

Hoje, Alexandria combina história com um clima mais descontraído, com destaque para a moderna Biblioteca de Alexandria, a Fortaleza de Qaitbay e a orla à beira do mar, que convida a caminhadas e momentos mais tranquilos.

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Sinai

O Sinai, no Egito, é uma região única que mistura história bíblica, deserto e algumas das praias mais bonitas do Mar Vermelho.

A Península do Sinai é conhecida principalmente pelo Monte Sinai, onde, segundo a tradição, Moisés recebeu os Dez Mandamentos. A subida ao topo, geralmente feita durante a madrugada para ver o nascer do sol, é uma das experiências mais marcantes da região.

Além da parte histórica e espiritual, o Sinai também abriga destinos como Sharm el Sheikh, com águas cristalinas, recifes de corais e excelente estrutura para mergulho e descanso.

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Saqqara

Chico em Saqqara no Egito em 2019
Chico em Saqqara no Egito em 2019

Saqqara é uma das áreas arqueológicas mais importantes do Egito e fica nos arredores do Cairo. O grande destaque é a Pirâmide de Djoser, considerada a primeira pirâmide monumental construída em pedra no país.

O local fazia parte da necrópole da antiga Mênfis e ajuda a entender a evolução das pirâmides antes de Gizé. É um passeio muito interessante para quem quer ir além do roteiro mais óbvio e mergulhar nas origens da arquitetura funerária egípcia.

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